Guerra ao crime organizado
Para chefes de facção: isolamento absoluto e tolerância zero. Sufocar o dinheiro do crime, usar IA e cercamento digital e dar amparo total aos policiais.
Quem sou eu
Sou de São José do Rio Pardo, nasci aqui e moro aqui até hoje. Tenho 30 anos e estou terminando a faculdade de Gestão Pública. Antes dela comecei Engenharia, mas acabei mudando de rumo.
Comecei a trabalhar cedo e já peguei turno em chão de fábrica. Foi ali que eu aprendi o valor do dinheiro que vem do esforço de cada um. É por isso que eu me importo tanto com o jeito que o dinheiro público é usado.
Entrei na política em 2015. Desde então acompanho de perto para onde vai o dinheiro público, porque acredito que todo mundo tem o direito de saber como ele é aplicado.
“Falo a verdade, doa a quem doer.”
As bandeiras
Para chefes de facção: isolamento absoluto e tolerância zero. Sufocar o dinheiro do crime, usar IA e cercamento digital e dar amparo total aos policiais.
Fim da aprovação automática e código de disciplina rígido nas escolas estaduais. Mais respaldo jurídico, autonomia ao professor e escolas cívico-militares onde a criminalidade exige mais disciplina.
Conectar o Estado com uma grande malha ferroviária, expandindo o Trem Intercidades para o interior. Mais mobilidade, menos trânsito e mais desenvolvimento para todas as regiões de SP.
Ampliar a internação involuntária e compulsória de pessoas em situação de rua, nos casos previstos em lei. Tratamento, acolhimento e frentes de trabalho para recuperar a autonomia e promover a reinserção social.
Como votar
No dia da eleição, a urna pede primeiro o Deputado Estadual. São cinco números e pronto.
Redes sociais
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